Eu caminhava tranquilamente até que te encontrei. Me surpreendi ao ver que no meio do meu caminho havia um abismo. Ao me deparar com você eu tinha duas opções, voltar de onde vim ou saltar.
Eu tive tempo pra decidir, não vou mentir, pensei e repensei mil vezes, até que por fim, decidi. Pulei com medo, claro! Mas meu coração dizia que o paraquedas ia abrir, que talvez o abismo nem fosse tão alto,ou quem sabe lá em baixo não teria um pula-pula gigante pra amortecer minha queda, não é mesmo ? Eu fui positiva, mesmo que tivesse tudo pra dar errado, eu encarei o abismo e disse “Vai ficar tudo bem”.
No primeiro momento a adrenalina me consumiu, eu estava pulando em um abismo! O vento no meu rosto e a sensação de ser imbatível.Problemas não existiam. A maior aventura da minha vida ali, diante de mim. Até que a adrenalina começou a abaixar e comecei a me perguntar se o abismo nunca acabaria. Como assim eu estava caindo mas não chegava no chão ? A frustração de não saber se ia me machucar ou não começou a me causar algo pior. Desespero.
O desespero me consumiu, eu não conseguia manter meus olhos abertos, parecia que não existia futuro, não tinha como ver um, nada a minha frente, nada atrás de mim. O que eu faço agora foi o que mais pensei. Quanto mais pensava, mais agoniada ficava.
Eu já avistava o chão quando o desespero passou, eu sabia o que ia acontecer, qual opção eu tinha agora ? Ficou claro na minha mente, eu podia desistir, dizer que acabou aqui, que minha morte estava nos meus pés e que essa foi minha última aventura. Cogitei rapidamente essa ideia, até que, não! Eu não ia desistir, não tão fácil.
Eu ia cair, ok! mas eu não ia aceitar a morte, de jeito nenhum! Aquela foi a aventura mais louca. Mas que tipo de louca eu seria se não tivesse arriscado entrar nela ?
Apenas caí, não morri. Eu estava destruída e só conseguia pensar que aquela devia ser a maior estupidez da minha vida. Talvez fosse, mas acima disso eu tinha sido corajosa. Não voltei atrás quando vi um abismo, eu o encarei, eu aproveitei a queda e não deixei ela me destruir. Eu venci o abismo! Lutei pra sobreviver. Não vou me lamentar por ter pulado, vou me orgulhar por ter passado por aquilo com sucesso.
Eu escolhi encarar meu abismo como a melhor aventura que já tive, a mais dolorida, desesperadora e incrível aventura. Me destruiu completamente, mas me deu a chance de me reinventar, de superar meus medos e de descobrir que nem sempre cair é perder.
Eu tive tempo pra decidir, não vou mentir, pensei e repensei mil vezes, até que por fim, decidi. Pulei com medo, claro! Mas meu coração dizia que o paraquedas ia abrir, que talvez o abismo nem fosse tão alto,ou quem sabe lá em baixo não teria um pula-pula gigante pra amortecer minha queda, não é mesmo ? Eu fui positiva, mesmo que tivesse tudo pra dar errado, eu encarei o abismo e disse “Vai ficar tudo bem”.
No primeiro momento a adrenalina me consumiu, eu estava pulando em um abismo! O vento no meu rosto e a sensação de ser imbatível.Problemas não existiam. A maior aventura da minha vida ali, diante de mim. Até que a adrenalina começou a abaixar e comecei a me perguntar se o abismo nunca acabaria. Como assim eu estava caindo mas não chegava no chão ? A frustração de não saber se ia me machucar ou não começou a me causar algo pior. Desespero.
O desespero me consumiu, eu não conseguia manter meus olhos abertos, parecia que não existia futuro, não tinha como ver um, nada a minha frente, nada atrás de mim. O que eu faço agora foi o que mais pensei. Quanto mais pensava, mais agoniada ficava.
Eu já avistava o chão quando o desespero passou, eu sabia o que ia acontecer, qual opção eu tinha agora ? Ficou claro na minha mente, eu podia desistir, dizer que acabou aqui, que minha morte estava nos meus pés e que essa foi minha última aventura. Cogitei rapidamente essa ideia, até que, não! Eu não ia desistir, não tão fácil.
Eu ia cair, ok! mas eu não ia aceitar a morte, de jeito nenhum! Aquela foi a aventura mais louca. Mas que tipo de louca eu seria se não tivesse arriscado entrar nela ?
Apenas caí, não morri. Eu estava destruída e só conseguia pensar que aquela devia ser a maior estupidez da minha vida. Talvez fosse, mas acima disso eu tinha sido corajosa. Não voltei atrás quando vi um abismo, eu o encarei, eu aproveitei a queda e não deixei ela me destruir. Eu venci o abismo! Lutei pra sobreviver. Não vou me lamentar por ter pulado, vou me orgulhar por ter passado por aquilo com sucesso.
Eu escolhi encarar meu abismo como a melhor aventura que já tive, a mais dolorida, desesperadora e incrível aventura. Me destruiu completamente, mas me deu a chance de me reinventar, de superar meus medos e de descobrir que nem sempre cair é perder.
Comentários
Postar um comentário